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Ônibus do transporte coletivo deverão ter wifi e câmeras.

Informação foi divulgada ontem pela STU; propostas devem ser entregues até dia 13 de junho.

Publicada em 20/05/19 às 10:37h - 232visualizações

por VOX FM


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DIVULGAÇÃO  (Foto: VOX FM)
Cíntia Souza - Jornal "O Regional"

Os ônibus do transporte coletivo da empresa que vencer licitação, deverão ter wifi para acesso da fiscalização e dos usuários, além de aplicativo do tipo GPS e câmeras de monitoramento. A informação foi divulgada pela Secretaria de Trânsito e Transportes Urbanos (STU). As propostas devem ser entregues até às 9 horas do dia 13 de junho. O contrato será de 10 anos. 

Conforme já noticiado pela VOX, o valor da tarifa para os usuários foi fixado em R$ 3,90. A empresa vencedora da licitação será definida pelo pagamento do maior valor da outorga, ou seja, a empresa que pagar o maior valor para a prefeitura pela exploração do serviço. O valor mínimo foi definido em R$ 300 mil. “Os ônibus deverão ser equipados com aplicativos de localização e registro de percurso (do tipo GPS), conectados à rede de internet, além de sistema de WiFi, para acesso da fiscalização e dos usuários. Cada carro também deverá contar com dispositivos de segurança, incluindo câmeras de monitoramento”, consta em informações da STU por meio da assessoria de comunicação da prefeitura.

Entre as exigências com relação a frota, está a de 18 veículos de modelo convencional ou básico com idade máxima para o veículo de até 10 anos e idade média da frota de até 7 anos. “Ou seja, abrimos a oportunidade da concessionária vir com carros com idade entre zero e dez anos, desde que, se respeite a média de 7 anos da frota (18 veículos x 7 anos)”, informou a secretária da STU, Maria Luiza Sprone em resposta a nossa equipe.

A Via Sol continua com contrato emergencial até agosto, e o tempo até lá, de acordo com Maria Luiza, é suficiente para ser definida a nova empresa que ficará responsável pelo transporte coletivo de Catanduva. “Caso ocorra algum problema no processo e este prazo se torne insuficiente, um novo processo de contratação emergencial deve ser realizado”, disse.

Em estudo divulgado, a quantidade de usuários diminuiu significativamente, em pelo menos 33%, em média no comparativo entre Jundiá, empresa que realizava o transporte coletivo até o ano passado e a Via Sol que assumiu após os problemas com a outra empresa contratada, a Tambaú. 

A secretária aponta que “o número de passageiros oscila mensalmente. Enquanto a Jundiá estava operando, a média era de 249.919 passageiros/mês, sendo deste número 146.321 pagantes (média de novembro 2017 a outubro de 2018). Após todos os problemas que vivemos com o transporte coletivo, esse número caiu bastante. Hoje transportamos média de 170.519 passageiros/mês, sendo 97.431 pagantes (média março e abril 2019). Lembrando que para o cálculo da tarifa, utilizamos somente o valor de passageiros equivalentes (pagantes)”, finalizou Maria Luiza.



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