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Sobe para 618 o número de casos de dengue em Catanduva.

Outros 891 pacientes são investigados com suspeita da doença.

Publicada em 11/05/19 às 08:55h - 1038visualizações

por VOX FM


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 (Foto: DIVULGAÇÃO)
Cíntia Souza – Jornal “O Regional”

O número de casos de dengue em Catanduva no ano chegou a 618. Os dados constam no mais recente levantamento da Secretaria Municipal de Saúde. Outros 891 pacientes são investigados com suspeita da doença. Quanto a óbitos pela doença, não houve novos registros, ou seja, a cidade continua com 1 registro de morte em consequência de dengue.

O que também chama a atenção são os locais em que os focos do Aedes são encontrados na cidade, que são os mesmos de sempre. Apesar dos alertas e dos casos crescentes de dengue, a população continua com os mesmos hábitos. Entre os principais tipos de criadouros para o mosquito transmissor da doença estão as garrafas pet, baldes, latas, frascos e plásticos reutilizáveis, entre outros recipientes encontrados nos quintais das casas.

A mais recente Avaliação de Densidade Larvária (ADL), realizada no mês passado, apontou para índice de 5,3% em Catanduva, que permanece com risco de surto de dengue e outras doenças que são transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti como Zika Vírus e Febre Chikungunya. 

O resultado de abril é maior do que o visto em janeiro deste ano em que a ADL chegou a 4,9%. O parâmetro da Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que é aceitável índice de até 1%. 

Á área 3 teve situação mais crítica, com índice de 10,95%. São os bairros Cidade Jardim, João Righini, Onélio de Freitas, Alpino, Jardim Oriental, Jardim Primavera, Vila Soto, Jardim dos Coqueiros 1 e 2, Monte Líbano  e Parque Iracema.

Outras regiões tiveram incidência de criadouros também acima do 1% tido como limite pela OMS, mas abaixo dos 10,95% dessa área 3 que citamos. 5,83%, 5,16%, 2,83% e 2,16% fora os índices.

O secretário de saúde de Catanduva, Ronaldo Carlos Gonçalves Júnior, falava à Vox há poucos dias que estava prestes a divulgar esses números da ADL, que já causavam preocupação. Ronaldo acredita que os meses mais críticos em termos de casos de dengue devem ser março e abril, e que a tendência é desaceleração. Porém, com essa incidência de criadouros do mosquito, teremos problemas de novo no final do ano, quando as chuvas se intensificam.

A rotina de combate ao vetor nas residências deve ser no mínimo semanal, com a aplicação de produtos alternativos para a limpeza de calhas, ralos, caixas d´água, ralos pluviais, garrafas emborcadas para baixo, piscinas, lonas e restos de materiais reciclados e de construção que estejam em desuso.



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