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Pico de casos de dengue em Catanduva deve ficar entre março e abril, segundo secretário de saúde.

Para Ronaldo Carlos Gonçalves Júnior, tendência é de desaceleração nos casos nas próximas semanas, sem necessidade de montar unidade especial para tratamento de doentes.

Publicada em 03/05/19 às 10:16h - 2371visualizações

por VOX FM


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 (Foto: DIVULGAÇÃO)

Em entrevista à VOX FM, o secretário de saúde de Catanduva, Ronaldo Carlos Gonçalves Junior, afirma que o número de casos de dengue na cidade, que chegou a 549 confirmados e outros 431 em investigação, está dentro do esperado por conta do cenário epidemiológico de todo Estado de São Paulo, e que a tendência é de desaceleração. “Tivemos grande ápice em março e abril então podemos dizer que o pior já passou. No início de maio entramos em fase de decréscimo nos casos. A dengue preocupa. Entre os casos em investigação metade deles, ou menos, são positivos. Mantida a média poderemos chegar a 700 casos nas próximas semanas. Mas temos todo o restante do ano. Não teremos 200, 300 casos por mês até o final do ano, mas podemos chegar a 1.000 no total do ano”, afirmou.

Com relação às unidades de hidratação para cuidados dos pacientes com dengue, utilizado em grande parte dos municípios paulistas em epidemia, Ronaldo aponta que Catanduva não tem essa necessidade. “Não vai ser necessário. As unidades de saúde dão conta, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) tem feito esse atendimento, é a unidade com maior fluxo, ficou evidente o aumento nos pacientes. Todas elas estão dando conta dos atendimentos, não temos muitos pacientes graves”, complementou.

O primeiro Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) deste ano, divulgado pelo Ministério da Saúde revelou que Catanduva e outras cidades da região estão em alerta para não só a dengue, como também outras doenças que são causas pelo Aedes. A situação de acordo com o secretário, preocupa. "Não temos histórico de grande transmissão, grande quantidade de casos positivos (de zika e chikungunya). Estamos prestes a divulgar o próximo ADL (Avaliação de Densidade Larvária) que se mostra preocupante, com números elevados em regiões de alta transmissão como Alpino, Cidade Jardim, Soto. Isso nos preocupa porque as larvas são encontradas sempre nos mesmos lugares. Os números de casos tendem a diminuir agora, mas no final do ano as chuvas voltam. Tem o vetor, vírus circulante e encontramos larvas, ou seja, podemos ter casos de novo. Por isso contamos com a ajuda da população”, finalizou.



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