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Levantamento coloca 9 cidades da região em alerta para ‘Doenças do Aedes’.

Informação foi divulgada pelo ministério da saúde.

Publicada em 02/05/19 às 08:34h - 2312visualizações

por VOX FM


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 (Foto: DIVULGAÇÃO)

Cíntia Souza - Jornal "O Regional"


O primeiro Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) do ano, colocou 9 cidades da região em alerta para doenças causadas pelo mosquito, como zika vírus, febre chikungunya, e principalmente, dengue. A informação foi divulgada dia 30 de abril, pelo Ministério da Saúde. 

Entre as cidades em alerta estão: Ariranha, Cajobi, Catanduva, Ibirá, Itajobi, Novo Horizonte, Paraíso, Pirangi e Santa Adélia, algumas delas já em epidemia de dengue, como é o caso de Catanduva. 

Nessas cidades, o índice larvário do mosquito Aedes Aegypt ficou entre 1% e 3,9%, portanto acima do 1% definido como limite tolerável pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Já entre os municípios com resultado inferior a 1%, portanto, em patamar satisfatório, estão: Catiguá, Elisiário, Embaúba, Irapuã, Novais, Palmares Paulista, Pindorama e Tabapuã. 

Entre essas cidades, Pindorama já teve uma morte em consequência de dengue neste ano, assim como Catanduva.

O Ministério da Saúde alerta que o sistema de vigilância de estados e municípios e toda a população devem reforçar os cuidados para combater o mosquito. Em todo o país, 5.214 municípios realizaram algum tipo de monitoramento do mosquito Aedes Aegypt, sendo 4.958 (95,1%) por levantamento de infestação (LIRAa/LIA) assim como em Catanduva e cidades da região. Outros 256 municípios fizeram o levantamento por armadilha, metodologia utilizada quando a infestação do mosquito é muito baixa ou inexistente no local.



“O resultado do LIRAa confirma o aumento da incidência de casos de dengue em todo o país que subiu 339,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Esses resultados indicam que é preciso fortalecer ainda mais as ações de combate ao mosquito transmissor, com a participação da população e de todos os gestores locais e federal”, afirma o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber, frisando, no entanto, que “mesmo com aumento no número de casos da doença, a taxa de incidência de 2019 está dentro do esperado para o período. Sendo assim, até o momento, o país não está em situação de epidemia, embora possa haver epidemias localizadas em alguns municípios e estados”, disse.

Além das cidades em situação de risco, o levantamento identificou 2.160 municípios em alerta, com o índice de infestação predial (IIP) entre 1% a 3,9% e 1.804 municípios com índices satisfatórios, inferiores a 1%. No total, 25 capitais realizaram o Levantamento Rápido de Índices por Aedes aegypti (LIRAa).

O LIRAa é um instrumento fundamental para o controle do vetor e das doenças (dengue, zika e chikungunya). Com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de criadouro predominante. O objetivo é que, com a realização do levantamento, os municípios tenham melhores condições de fazer o planejamento das ações de combate e controle do mosquito.



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