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Comissão de Ética da Câmara de Catanduva recebe pedido de apuração sobre gastos com ônibus escolares.

Professor De Fázio pede apuração de possível infração do prefeito Macchione pela utilização da frota escolar no transporte coletivo, de forma gratuita.

Publicada em 13/02/19 às 08:40h - 1228visualizações

por VOX FM


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 (Foto: DIVULGAÇÃO)
Karla Konda - Jornal "O Regional"


A Comissão de Ética e Decoro Parlamentar, da Câmara de Catanduva, recebeu pedido de apuração sobre gastos com ônibus escolares. A comissão neste ano é composta por Ditinho Muleta, Aristides Jacinto Bruschi e Mauricio Gouvea, todos vereadores de oposição ao prefeito Macchione.

O catanduvense Antonio Flavio De Fázio protocolou pedido para que os parlamentares apurem possível infração político- administrativa do prefeito Afonso Macchione Neto pela utilização da frota escolar para atender a comunidade no transporte coletivo, de forma gratuita. “O pedido é que os vereadores façam a apuração de uma suposta infração político-administrativa do prefeito Afonso Macchione Neto. Eu como cidadão catanduvense, observo que há irregularidades. Usando os ônibus da frota escolar do jeito que está sendo utilizado, sem cobrar passagem. De onde vai sair esse recurso? Compete a Câmara apurar isso”. 

 “Ele usar o transporte escolar é irregular. Não pode em situação alguma, a não ser em calamidade pública. Mudar o calendário, adiar as aulas, estamos vendo duas irregularidades e ainda sem cobrar. Espero que o presidente da Câmara siga os ritos normais”, disse ainda De Fázio, que é professor e que já foi candidato à prefeito. 

Em resposta na semana passada, a administração afirmou: “a Prefeitura cumpriu todos os trâmites legais a fim de fazer a contratação emergencial e ao estabelecer força-tarefa com motoristas e veículos próprios para manter o transporte coletivo nos termos do Decreto nº 7525/2018, tendo em vista que o mesmo é caracterizado como serviço essencial (Lei 7.783/1989) e direito social (art. 6º da Constituição), e que a situação exigia medida drástica e urgente, uma vez que a inexistência do transporte coletivo remeteria ao iminente risco à ordem pública local, bem como prejuízo irreparável à segurança, economia e saúde dos usuários”.



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