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Custo da saúde em Catanduva passa de R$ 80 milhões em um ano.

Valores são de 2017 e prefeitura afirma que 71% foi de recursos próprios.

Publicada em 12/02/19 às 07:27h - 1163visualizações

por VOX FM


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 (Foto: DIVULGAÇÃO)
Cíntia Souza - Jornal "O Regional"


O custo da saúde em Catanduva passou de R$ 80 milhões em um ano. Os dados foram repassados a reportagem de O Regional pela Secretaria Municipal de Saúde e levam em consideração os números de 2017, os mais recentes, já que 2018 ainda não foi apurado. 

Dos R$ 80 milhões, 71%, ou seja, R$ 57,4 milhões, são recursos próprios do município. Isso equivale a 26% da receita da cidade. O restante, R$ 23,3 milhões, foram de recursos estaduais e federais.  “Considerando a estimativa populacional 2017 do IBGE, o investimento per capita em saúde foi de R$ 669,69, sendo R$ 476,32 com recursos municipais”, afirma a nota da prefeitura.

No comparativo com 2016 houve um aumento de mais de R$ 2 milhões nos gastos com a saúde em Catanduva. Resultado que também está relacionado ao quantitativo da população, que também teve aumento no período.
Naquele ano de 2016, os gastos com saúde chegaram a R$ 78 milhões. Desse resultado, R$ 57,6 eram de recursos próprios, ou seja, 27% da receita do município em 2016. “De todo o recurso investido em saúde, 73,70% foi custeado com recursos municipais. Considerando a estimativa populacional 2016 do IBGE, o investimento per capita em saúde foi de R$ 650,91, sendo R$ 479,72 com recursos municipais”, aponta a Secretaria de Saúde.

O setor também aponta que desconhece dados divulgado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) que apontava que o gasto da prefeitura com cada habitante era de R4 476,32 em 2017, R$ 496,26 em 2016 e 490,07 em 2014. “A Secretaria Municipal de Saúde desconhece a origem dos dados utilizados, pois alguns deles não conferem com a fonte oficial, que é o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS). Além disso, por proximidade, o valor per capita indicado refere-se apenas ao investimento em saúde com recursos municipais e não ao total investido em saúde no município”, informou.

“É importante frisar, ainda, que um maior investimento não necessariamente se traduz em melhor acesso ou qualidade na assistência à saúde. Os municípios brasileiros estão comprometendo cada vez mais seus recursos com a saúde, extrapolando e muito o mínimo constitucional de 15%, inviabilizando outras áreas da administração. Desta forma, a busca por uma menor aplicação em saúde, sem gerar desassistência ou queda na qualidade do atendimento, deve ser constante”, finaliza.



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