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Exames descartam febre amarela em macacos do Zoológico de Catanduva.

Casos de óbitos de animais foram registrados em dezembro e os exames, realizados no Adolfo Lutz, tiveram resultado divulgado ontem (28).

Publicada em 29/01/19 às 07:42h - 972visualizações

por VOX FM


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 (Foto: DIVULGAÇÃO)
Redação Jornal "O Regional"


A Prefeitura de Catanduva, por meio da Secretaria de Saúde, recebeu resultados de exames que descartaram a febre amarela como causa da morte de dois macacos que viviam no Zoológico Municipal. Os casos foram registrados em dezembro de 2018. 

Amostras de sangue coletadas dos animais foram encaminhadas e diagnosticadas pelo Instituto Adolfo Lutz, de São José do Rio Preto. 

Na ocasião, quando constatados os óbitos, a Secretaria de Saúde adotou medidas de protocolo. Dentre as ações preventivas, as equipes fizeram busca ativa por moradores que precisavam tomar a vacina contra a doença, além da eliminação de criadouros do mosquito em visitas casa a casa.

Catanduva encerrou 2018 sem caso positivo de febre amarela. A situação permanece a mesma este ano, sem qualquer ocorrência dessa natureza.


AEDES
O resultado da Avaliação de Densidade Larvária (ADL) mostra que Catanduva está em risco de surto para doenças que são transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, zika vírus e febre chikungunya). A informação foi divulgada no último dia 24 pela Secretaria Municipal de Saúde. O índice chegou a 4,9%, enquanto que o tolerável pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 1%. 

Entre as regiões que tiveram maior incidência, a área 5 é a mais grave, com índice de  9,54%. Fazem parte dessa área os bairros Nova Catanduva, Flamingo, Shangri-lá, Ipiranga, Vila Paulista, Vila Engrácia, Giordano Mestrinelli, Jardim Alvorada, Santa Paula, Distrito Antonio Záccaro, Imperial e Pedro Boso.

A região 3 ficou com índice de 5,98%. Nela estão os bairros Cidade Jardim, Parque Iracema e Vila Soto. Já a região 2 chegou a 4,49% e inclui Bom Pastor, Nosso Teto e Vila Amêndola. 

Diante desse cenário, a EMCAa vai intensificar o trabalho de retirada de criadouros e de orientação aos moradores, de forma direcionada, trabalhando primeiramente as áreas de maior risco.



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