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Índice deixa Catanduva em risco de surto para doenças do Aedes Aegypt.

Avaliação chegou a 4,9%, enquanto que tolerável pela OMS é 1%.

Publicada em 25/01/19 às 07:18h - 978visualizações

por VOX FM


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 (Foto: DIVULGAÇÃO)
Cíntia Souza - Jornal "O Regional"

O resultado da Avaliação de Densidade Larvária (ADL) mostra que Catanduva está em mais novo risco de surto para doenças que são transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, zika vírus e febre chikungunya). A informação foi divulgada ontem (24) pela Secretaria Municipal de Saúde. O índice chegou a 4,9%, enquanto que o tolerável pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 1%.

O mapeamento é realizado pela Equipe Municipal de Combate ao Aedes Aegypti (EMCAa). Com o clima de verão trazendo altas temperaturas e chuvas rápidas, o resultado ficou ainda maior do que o visto na última amostragem, que foi feita em outubro do ano passado. Naquela época, o índice era de 4,2%.

A EMCAa percorreu 6.085 imóveis, sendo que 2.990 deles estavam abertos para a visitação. Outros 3.095 (a maioria) estavam fechados no momento da vistoria. 

Entre as regiões que tiveram maior incidência, a área 5 é a mais grave, com índice de  9,54%. Fazem parte dessa área os bairros Nova Catanduva, Flamingo, Shangri-lá, Ipiranga, Vila Paulista, Vila Engrácia, Giordano Mestrinelli, Jardim Alvorada, Santa Paula, Distrito Antonio Záccaro, Imperial e Pedro Boso.

A região 3 ficou com índice de 5,98%. Nela estão os bairros Cidade Jardim, Parque Iracema e Vila Soto. Já a região 2 chegou a 4,49% e inclui Bom Pastor, Nosso Teto e Vila Amêndola. 

Diante desse cenário, a EMCAa vai intensificar o trabalho de retirada de criadouros e de orientação aos moradores, de forma direcionada, trabalhando primeiramente as áreas de maior risco. 

“Durante a amostragem, foram verificados que os recipientes com maior número de larvas foram bebedouros de consumo animal, ralos externos, pratos de planta, latas e plásticos sem utilidade e baldes ou regadores encontrados ao relento”, informa o setor.

A orientação da Secretaria Municipal de Saúde é de que os moradores tenham atenção especial aos locais que possam acumular água, principalmente neste período, além de colaboração na abertura das residências à visitação dos agentes.

O setor mantém atividades de agendamento de visitas pelo telefone (17) 3521-4087, além dos plantões de combate ao vetor aos sábados.


Dengue tipo 2
Na semana passada, a Secretaria de Estado de Saúde divulgou que Catanduva e outras três cidades da região (Itajobi, Pirangi e Uchoa) tem circulação de dengue tipo 2. 

Esse tipo da doença tem uma tendência a provocar casos clinicamente mais graves de dengue em pacientes anteriormente infectados com outros sorotipos.



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