Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2019
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Catanduva aplica 21% das receitas do município em saúde de janeiro a agosto, e deve chegar a 25% no fim do ano.

Despesas e ações realizadas pela secretaria foram apresentadas em audiência pública.

Publicada em 27/09/19 às 08:49h - 53 visualizações

por VOX FM


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DIVULGAÇÃO  (Foto: VOX FM)

Catanduva aplicou, nos oito primeiros meses de 2019, R$ 38 milhões em saúde. É o que foi apresentado pela Secretaria Municipal de Saúde, em audiência pública realizada na noite de ontem (27/09). Esse valor corresponde a 21% do orçamento do município até agora. O mínimo constitucional de investimentos em saúde é de 15%. 

O secretário Ronaldo Carlos Gonçalves Junior e os diretores da pasta apresentaram os dados do quadrimestre de maio a agosto. Apenas dois vereadores - André Beck e Maurício Gouvea - e dois moradores de Catanduva, estiveram presentes na audiência. “Se for considerar o mínimo constitucional de 15%, durante o ano deveríamos aplicar R$ 39 milhões, portanto, praticamente já cumprimos o mínimo constitucional com esses R$ 38 milhões. De fato, se aplicássemos apenas o que estaria previsto, teria de reduzir serviços. É uma situação que preocupa muito, a saúde cada vez mais tem sido custeada pelos municípios”, afirma o secretário.

Ainda segundo o representante da pasta, 65% de todas as despesas com saúde no município são custeadas com orçamento próprio. Outros 33% são recursos do governo federal e apenas 2% do governo estadual. 

Ronaldo Carlos Gonçalves Júnior também explicou sobre o novo modelo implantado para atendimento nas unidades de saúde, dispensando o agendamento: o Acesso Avançado. “O acesso avançado é um modelo de atendimento que está em funcionamento e consiste em uma inversão tradicional da agenda. Atende em até 48 horas o paciente. Reservamos aquelas consultas agendadas apenas para acompanhamento de pacientes crônicos. Inicialmente foi implantado nas unidades de agendas mais extensas, que moradores aguardavam por mais de 20 dias para consulta e estamos ampliando para as demais unidades”. 

A resolubilidade na atenção básica também foi apresentada. “Na verdade é preconizado que atenção básica resolva até 80%. Nós atingimos 86% e sempre buscamos ampliar esse percentual, mas a atenção especializada é necessária”. 

Sobre filas de espera, o secretário de saúde afirmou: “Temos filas na média e alta complexidades. Quase que a totalidade desses serviços são oferecido pelo Estado, porém, infelizmente, o recurso é limitado e isso gera as filas. Dentre as maiores filas estão as cirurgias e ortopedia”.



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