Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2019
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Ônibus não vão circular neste domingo em Catanduva.

Motivo seriam reparos a serem feitos nos ônibus alugados.

Publicada em 11/01/19 às 07:27h - 970 visualizações

por VOX FM


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 (Foto: DIVULGAÇÃO)
Karla Konda - Jornal "O Regional"


Na primeira semana de operação, a empresa Tambaú, que assumiu emergencialmente o transporte coletivo em Catanduva na última segunda feira, vai deixar de circular no domingo. Um aviso escrito em um papel sulfite foi fixado no Terminal Urbano avisando os passageiros. A informação foi confirmada pela Prefeitura. 

De acordo com a governo, como a empresa passou a operar dois dias antes do prazo estipulado (dia 7 ao invés de dia 9), deu permissão para interrupção do serviço no domingo. Dentre as justificativas, reparos necessários nos ônibus que foram alugados. O domingo foi escolhido por representar o menor impacto à população. A Prefeitura acompanhará o trabalho de manutenção. 

Ônibus circulares, desde o segundo dia de operação da empresa tem tido problemas mecânicos e até de falta de combustível. 

NOVA LICITAÇÃO:
Depois de ter recebido o parecer favorável do Tribunal de Contas do Estado para abrir a licitação do transporte coletivo urbano, com ressalvas em algumas mudanças no edital, a prefeitura de Catanduva notificou a empresa responsável pelo estudo e elaboração do memorial técnico e apoio seguindo as determinações do TCE. 

A notificação solicita alterações, mas não estipula datas para a entrega do documento. A empresa responsável pela elaboração do memorial é  Infra Engenharia e Consultoria, da capital Paulista, contratada no inicio de 2018 visando apresentar as “melhores formas” para a licitação do transporte coletivo. 

Depois da Câmara rejeitar projeto, a licitação foi aberta em novembro do ano passado com base em uma lei anterior, de 1.995. Porém, duas representações contrárias foram protocoladas no Tribunal de Contas do Estado. A primeira delas foi pelo então presidente da Câmara, Aristides Jacinto Bruschi, que informava sobre a rejeição do projeto de lei que autorizava o certame e contestava a utilização da lei de 1.995 pela Prefeitura para a realizar a licitação. Essa representação foi rejeitada pelo TCE. No entanto, uma outra elaborada por um advogado da cidade apontava pontos técnicos na concessão do transporte. Alguns desses pontos foram considerados relevantes aos conselheiros do tribunal que determinaram a alteração para que a licitação seja reaberta.



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